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A história
do Pato!
Irmã Cecilia - Pouso Alegre - MG
15 de junho de 2011 11:56
Havia um pequeno menino que visitava seus avós em
sua fazenda. Foi lhe dado um estilingue para brincar no mato. Ele praticou
na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo. Ficando um pouco desanimado,
ele voltou para o jantar. Como ele estava andando para trás, viu
o pato de estimação da vovó... Em um impulso, ele acertou
o pato na cabeça e matou-o. Ele ficou chocado e triste! Em pânico,
ele escondeu o pato morto na pilha de madeira! Sally (sua irmã) tinha
visto tudo, mas ela não disse nada. Após o almoço no
dia seguinte, a avó disse: "Sally, vamos lavar a louça"
Mas Sally disse: " Vovó, Johnny me disse que queria ajudar na
cozinha " Em seguida, ela sussurrou-lhe: "Lembra-te do pato? '
Assim, Johnny lavou os pratos.
Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam
ir pescar e vovó disse: "Me desculpe, mas eu preciso de Sally
para ajudar a fazer o jantar." Sally apenas sorriu e disse, "está
tudo certo, porque Johnny me disse que queria ajudar". Ela sussurrou
novamente, "Lembra-te do pato?" Então Sally foi pescar
e Johnny ficou para ajudar.
Após vários dias de Johnny fazendo o trabalho de Sally, ele
finalmente não aguentava mais. Ele veio com a avó e confessou
que tinha matado o pato. A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço
e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi a coisa toda,
mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando
quanto tempo você iria deixar Sally fazer de você um escravo."
Pensamento do dia e todos os dias depois: Qualquer que seja o seu passado, o que você tem feito...
O diabo fica jogando-o no seu rosto (mentir,
enganar, a dívida, medo, maus hábitos, ódio, raiva,
amargura, etc ).... seja o que for...você precisa saber que: Deus
estava de pé na janela e viu a coisa toda. Ele viu toda a sua vida
... Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você está
perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você
vai deixar o diabo fazer um escravo de você. A grande coisa acerca
de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não
só perdoa, mas Ele se esquece. É pela graça e misericórdia
de Deus que somos salvos.
Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém
hoje.
lembre-se
sempre: Deus está à janela!

A ERA DAS PEQUENAS EMINËNCIAS
Pe Zezinho comenta sobre a entrevista que Padre Marcelo Rossi deu a
VEJA - Excelente reflexão!
enviado por irmã Cecília - ter 24/05/2011 13:47
Excelente é mais do que bom. Alguém é
excelente quando sua atividade, seus talentos e suas qualidades estão
acima da média. Na Igreja Católica dá-se o título
de “Excelência” aos bispos. “Eminência”
é título dado a dignitários eclesiásticos que
se distinguiram em alguma liderança e foram nomeados cardeais. São
estes irmãos chamados cardeais que, por exemplo, elegem o Papa. Eles
sabem do seu limite e das exigências da Igreja. A quem mais se confiou
deste exige-se mais!...
Nos últimos 30 anos no Brasil, com o crescer da mídia tenho
observado outro tipo de eminências. São até excelentes
e acima do comum no que fazem, e certamente mereceriam reverências
e vênias, porque, por seu trabalho na mídia estenderam o púlpito
da Igreja. Só por isso já mereceriam aplausos. Quem atua na
mídia sabe que não é simples nem fácil manter
uma emissora de rádio ou de televisão e atuar nela todos os
dias. Quem não atingiu a fama, tendo ou não procurado este
destaque, não tem idéia dos meandros e das curvas e ciladas
de um microfone, uma câmera ou um palco. E as piores ciladas começam
dentro do pregador que acha que é o que não é, e que
insiste em chamar os holofotes para a sua pessoa. E pobre de quem ousar
fraternalmente chamá-lo às falas ou negar-lhe o espaço
que ele acha que pode e merece ocupar... Nem cardeais escolhidos pelo Papa
são tão ciosos de seu papel de eminência...
Refiro-me a pelo menos dez entrevistas de teólogos, cantores e padres
famosos que nessas últimas décadas foram à grande mídia
não católica ou até anti-católica, lavar a roupa
suja de seus conflitos contra seu bispos, contra o papa, contra outras pastorais
e contra outros padres. Não se contentaram com os foros que há
na Igreja para resolver tais diferenças. Deram entrevistas em páginas
amarelas de revistas de grande alcance, em programas de grande repercussão
na televisão para justificar suas escolhas, seu casamento, sua rebeldia
e seu jeito de ser famosos.
Quem leu a revista “Veja” de 17 de abril de 2011 teve ali um
triste exemplo de imaturidade e do que significa sentir-se mais eminente
do que se é. É o tipo de entrevistas que deveria ser lida
e analisada em todos os seminários e movimentos católicos
para os futuros pregadores aprenderem como não ser nem fazer quando
tiverem nas mãos um microfone. Chega a ser patética...
O ainda jovem, mas ultra-famoso sacerdote que vendeu milhões de discos
e livros, vai a público e confessa sua mágoa e indignação,
passados quatro anos, contra a diocese e alguns líderes da mesma
que, segundo ele, o humilharam e boicotaram, não lhe permitindo o
destaque que ele achou que merecia quando o Papa esteve entre nós
no Brasil.
Foram palavras dele na entrevista até agora não desautorizada
por ele. Culpa aqueles líderes por sua quase depressão, porque
negaram-lhe a realização do sonho de estar diante do Papa.
Acabaram escolhendo outro e relegando-o a uma atuação secundária,
ao amanhecer, em lugar onde havia poucas pessoas. Acusou-os de dor de cotovelo.
Por que outros e não ele que fez tanto pela Igreja?...
Mesmo depois de, mais tarde, haver recebido em Roma um prêmio de excelente
evangelizador não se aplacou. Pela segunda vez diante da grande mídia,
ainda magoado disse que interpretava aquele prêmio como “um
cala boca” à diocese que não lhe dera o devido destaque
na vinda do Papa quatro anos antes, ao Brasil. Em dado momento reclama que
dos padres do Brasil apenas um ligou para cumprimentá-lo pelo prêmio.
E dá a entender que não precisa do apoio deles... E declara
que ainda espera uma manifestação da CNBB por sua conquista...
Psicólogos dariam um nome para esse tipo de atitude...
Tudo, dito com realces de que é humilde, não é arrogante,
é padre e usa batina; e com ataques pesados aos padres que não
usam batina, deixando claro que a batina protege o padre contra o assédio
das mulheres... Chega ao ponto de dizer que a batina é a “maior
identidade sacerdotal”. Ora, padres e leigos sabem muito bem que o
hábito não faz o monge. Confunde uniforme com identidade e
identificação com identidade... Vão por aí as
diatribes e o desfile de suas mágoas contra o boicote sofrido...
Mas ele não é o único. Há ex-religiosos famosos
que falam contra as ordens e congregações que pagaram seus
estudos, dizendo que lá não podiam exercer a caridade nem
cuidar de sua família... Outros chamaram a gravadora católica
onde começaram de incompetente ou de gravadora de fundo de quintal...
E houve quem não hesitou em dizer que no Vaticano foi tratado com
truculência. Como ninguém esteve lá para ver, fica a
palavra dele contra o Vaticano que não costuma dar esse tipo de entrevistas-resposta
aos padres insatisfeitos que atacam suas doutrinas ou disciplinas. Não
satisfeitos em discordar, semeiam discórdia!
O fato triste e digno de um debate é que pregadores estão
indo à mídia lá fora, lavar a roupa suja de seus conflitos
com as autoridades de sua igreja. Não são poucos os que deixam
as comunidades religiosas que os formaram para trabalhar como gostam e no
que gostam, numa outra diocese. E vão sem a menor culpa. E há
os que mudam de diocese, para estar diante de microfones e câmeras,
ou para tocar adiante seu projeto pessoal que acham mais importante para
a Igreja do que os projetos do grupo religioso onde pronunciaram seu voto
de obediência...
Diante das exigências de seu grupo que agora, depois da oportunidade
ser eminentes lhes parecem absurdas, simplesmente saem em busca de um púlpito
mais aberto às suas aspirações. Talvez estejam certos,
talvez não! Mas a ingratidão com que se portam, mostra que
escolheram a si mesmos e o seu projeto. Não há retribuição...
O que deve ser objeto de reflexão é a franca disposição
de pressionar o bispo, a diocese ou a ordem a reconhecer os seus talentos.
Valem-se de todos os meios, inclusive a estratégia de expor para
o país inteiro seu conflito pessoal com as dioceses onde atuam. O
bispo, que não é tão famoso, acaba em situação
delicada. Não pode falar o que sabe e não pode expor ainda
mais o pregador que já se expôs além da conta! O padre
queixoso aparece como vítima que até cai em depressão,
porque a diocese não reconheceu a sua liderança...Está
tudo claro e sem rodeios nas entrevistas tipo lavanderia! Na era das eminências
que mais do que auto-estima vivem um clima de altíssima estima de
si mesmos, um pouco de ascese não faria mal aos futuros comunicadores
da fé. Se não forem reconhecidos, com o sem batina o colarinho,
mostrem que realmente têm fé e seguem os evangelhos. Perdoem
e recolham-se à sua significância que nunca será insignificância,
mas que também não pode ser supra-relevância.Ficar deprimido
porque não foi valorizado na vinda do Papa? Um pregador da fé?
Não teria sido muito mais cristão manter a boca fechada, solicitar
audiência, ir ao líder da diocese e ali derramar suas mágoas?
Tinha que ir às páginas amarelas de uma revista que sabidamente
não prima em elogiar a Igreja que o ordenou pregador?... Francamente!
Institua-se urgentemente nos seminários desde o primeiro ano um curso
de Prática e Crítica de Comunicação. É
que algumas atuações têm andado abaixo da crítica!...
Extraído do site do Padre Zezinho.